Jesus diz:
“Abençoados os pobres de espírito”
“As posses do espírito”.
A autêntica pobreza é quando você não acumula coisas internas, quando você não chega ao ponto em que declare: “Eu sei!” Você está sempre aprendendo, você permanece num processo – sempre no caminho. Como a água no rio.
“Jesus no caminho”
“Jesus pelo caminho”
“Senhor”
Jesus diz:
“Certo homem”
“Segue-me”
“Vá e anuncia o reino de Deus”
“Vais pregar o reino de Deus”
“Terá que negar seu pai, sua mãe; terá que negar sua família.”
“Quem é minha mãe, ou meu irmão, ou meu pai? Aqueles que me seguem, os que estão comigo são minha família.”
Pai, mãe, mulher, filhos, dinheiro, casa – não são maus em si
mesmos. O apego não é mau porque essas coisas sejam más, ou essas pessoas e esses relacionamentos sejam maus: o apego é o mal.
Se você estiver muito apegado à família, a revolução interior não será possível e não acontecerá porque a
família é o primeiro aprisionamento. Então, a religião à qual você pertence é o segundo aprisionamento. Depois vem a nação, e assim por diante. A pessoa tem que romper com todos eles, tem que ir além deles. Só então se pode encontrar a fonte – a fonte que é liberdade, a fonte que é divindade, a fonte que é Deus.
Lembre-se! Quando o passado desaparece, nunca vai sozinho: leva também o futuro.
Chamo de meditação este momento que não é temporal. Este momento é o que Jesus chama de “O Reino de Deus.”
Aqui-agora é a porta; no aqui-agora você passa do mundo para Deus, passa do lado de fora para o lado de dentro.
“Atenção” é a chave mestra.
“Desperte! Esteja atento! Fique consciente! Tenha consciência!”
“lembrança-de-si”
“Alerta”
“Auto-Recordação”
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